A lógica da incerteza
Tenho certeza que todos aqui vivem inúmeras incertezas em suas vidas. Seja na vida profissional, nos relacionamentos pessoais ou até mesmo em pequenos detalhes de nosso cotidiano. Algumas delas são tão malucas e de uma subjetividade enorme que muitas vezes é quase impossível encontrarmos uma saída.
Já no mundo dos 0s e 1s, apesar das coisas "parecerem" complexas e confusas, não se equivalem à complexidade matemática que vemos e vivemos constantemente em nossas vidas. Tudo na computação existe uma fórmula. Um conjunto de regras bem definidas que são responsáveis pelo bom funcionamento dos sistemas computacionais.
Mas não significa que a lógica por trás das máquinas é tão simples e direta apenas pelo fato da unidade fundamental assumir apenas dois valores. Com os bits uma nova realidade foi criada. Realidade essa que permite a simulação de situações nebulosas para a solução de problemas similares aos encontrados em nosso cotidiano. Saber quão nublado um dia está, por exemplo, as vezes é uma tarefa muito mais simples de ser dita por um computador do que por nós, humanos. Da mesma forma é difícil dizer o quão alto, em números, é um indivíduo ou qual o risco de ganharmos uma boa quantidade de dinheiro se aplicassemos na bolsa de valores. Muitas vezes nem sabemos o que é essa "boa quantidade".
Para resolver esses problemas é que usamos nossa intuição. Para toda e qualquer situação que não é nítida fazemos uso desse nosso grande bem. Com a intuição podemos tomar decisões sem ao menos saber o por quê delas. As vezes acertamos e nos damos muito bem, mas as vezes não. Tudo tem um risco. Mas qual?
Com o uso cada vez mais frequente do "auxílio computacional" na tomada de decisões, será possível identificar o melhor caminho a ser trilhado em fases específicas de nossa vida? Uma grande barreira ainda para a maioria desses problemas são os valores de entrada. Muitas vezes nem sabemos o que queremos direito. Além disso quase nunca identificamos todas as variáveis intermediárias possíveis de ocorrerem nesses vários caminhos.
Bom, quem sabe um dia não apareça um sistema que nos permita identificar melhor os caminhos de nossa vida. E que fique a cargo dos livros de "auto-ajuda" e de desenvolvimento pessoal identificar melhor o conjunto de variáveis envolvidas nos mais estranhos e conturbados aspectos de nossas vidas. Enquanto isso continuo os estudos de minha apresentação na faculdade amanhã, que por sinal é sobre lógica fuzzy. Quem sabe nesse estudo ou em algum futuro brainstorm eu não venha a definir algumas equações matemáticas que venham a me auxiliar em algumas de "minhas grandes dúvidas universais".
Um grande abraço e até a próxima.
Já no mundo dos 0s e 1s, apesar das coisas "parecerem" complexas e confusas, não se equivalem à complexidade matemática que vemos e vivemos constantemente em nossas vidas. Tudo na computação existe uma fórmula. Um conjunto de regras bem definidas que são responsáveis pelo bom funcionamento dos sistemas computacionais.
Mas não significa que a lógica por trás das máquinas é tão simples e direta apenas pelo fato da unidade fundamental assumir apenas dois valores. Com os bits uma nova realidade foi criada. Realidade essa que permite a simulação de situações nebulosas para a solução de problemas similares aos encontrados em nosso cotidiano. Saber quão nublado um dia está, por exemplo, as vezes é uma tarefa muito mais simples de ser dita por um computador do que por nós, humanos. Da mesma forma é difícil dizer o quão alto, em números, é um indivíduo ou qual o risco de ganharmos uma boa quantidade de dinheiro se aplicassemos na bolsa de valores. Muitas vezes nem sabemos o que é essa "boa quantidade".
Para resolver esses problemas é que usamos nossa intuição. Para toda e qualquer situação que não é nítida fazemos uso desse nosso grande bem. Com a intuição podemos tomar decisões sem ao menos saber o por quê delas. As vezes acertamos e nos damos muito bem, mas as vezes não. Tudo tem um risco. Mas qual?
Com o uso cada vez mais frequente do "auxílio computacional" na tomada de decisões, será possível identificar o melhor caminho a ser trilhado em fases específicas de nossa vida? Uma grande barreira ainda para a maioria desses problemas são os valores de entrada. Muitas vezes nem sabemos o que queremos direito. Além disso quase nunca identificamos todas as variáveis intermediárias possíveis de ocorrerem nesses vários caminhos.
Bom, quem sabe um dia não apareça um sistema que nos permita identificar melhor os caminhos de nossa vida. E que fique a cargo dos livros de "auto-ajuda" e de desenvolvimento pessoal identificar melhor o conjunto de variáveis envolvidas nos mais estranhos e conturbados aspectos de nossas vidas. Enquanto isso continuo os estudos de minha apresentação na faculdade amanhã, que por sinal é sobre lógica fuzzy. Quem sabe nesse estudo ou em algum futuro brainstorm eu não venha a definir algumas equações matemáticas que venham a me auxiliar em algumas de "minhas grandes dúvidas universais".
Um grande abraço e até a próxima.
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