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sexta-feira, 15 de junho de 2007

Vai um SPAM ai?


Como todos devem receber diariamente, as mensagens não solicitadas de marketing, propagandas, mensagens apelativas e tentativas de ludibriar o usuário vislumbrando roubo de informações são conhecidas como SPAM (de modo geral).

A origem do termo se dá de uma comida (se é que assim pode ser considerada) criada antes mesmo da Segunda Guerra Mundial. O SPAM era uma espécie de carne enlatada (em conserva) para a qual não era necessária refrigeração.

Existe toda uma história do SPAM (por enquanto, carninha). Inicialmente, a empresa fabricante comercializava um produto deste gênero chamado simplesmente de HAM. O HAM é um presunto normal, cuja representação em português seria 'fiambre' (carne, especialmente presunto, preparada para se comer fria). No entanto, após a concorrência de mercado, os responsáveis pelo HAM resolveram lançar um novo produto e uma nova campanha de marketing: e surgiu o SPAM. O marketing envolvido foi bastante representativo. O SPAM é considerado um dos primeiros comerciais com música. Havia até um jingle do SPAM (veja aqui um comercial). Menciona-se também a distribuição de SPAM (ainda carninha) de porta em porta. Alguma semelhança com correio eletrônico? Veja aqui a história completa do SPAM e sua empresa.

Pois bem, além da semelhança com a entrega de porta em porta, há outra indicação para a nomeação de mensagens não solicitadas como SPAM. O HAM (presunto) é considerado mais fino, de qualidade (aliás, como não dito, mensagens válidas são conhecidas no meio de Internet como Ham). O SPAM era considerado ruim, os restos de carne utilizados para produção deste enlatado. Outra semelhança, aquém dos que consideram SPAM uma coisa boa.

Portanto, ao serem ofertados com um SPAM, recuse, e solicite um Ham.

echo 'Rvf!divrvjoib!mjoeb!fn!djep@' | perl -pe 's/(.)/chr(ord($1)-1)/ge'

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